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   Lagoa no RJ registra mortes de toneladas de animais
   24/01/2007                                                        fonte: Último Segundo

A Secretaria Estadual do Meio Ambiente anunciou ontem que vai solicitar ajuda da pasta de Ação Social para os cerca de 2 mil pescadores que estão impedidos de trabalhar por causa do mortandade, iniciada há quatro dias.
Para a presidente da Fundação Superintendência Estadual de Rios e Lagoas, Marilene Ramos, a causa mais provável para a mortes do peixes é o aumento da carga de esgoto lançada no local - as outras hipóteses são o despejo de substâncias químicas de refinarias de sal e um choque térmico entre a água do mar e a da lagoa. Em época de chuva, todo o material orgânico da região, que concentra áreas de veraneio, é lançado na lagoa. Já em períodos de tempo seco, quando a vazão costuma ser menor, há estações de pequeno porte que conseguem tratar em torno de 70% da carga orgânica.
"No verão, a carga de esgoto é maior, pois muito gente vem para a região. Além disso, as chuvas lavam o material do solo e o esgoto para a lagoa", explicou Marilene, em entrevista na sede da Secretarial Estadual do Meio Ambiente. Ela lamentou que o acidente tenha interrompido um trabalho que vinha conseguindo reverter a degradação registrada na Lagoa de Araruama, amenizada por obras de dragagem, que permitiram maior oxigenação da água. "A prova da recuperação é que a pesca vinha aumentando", disse.
Levantamento preliminar realizado por ambientalistas da região indica que entre Cabo Frio e São Pedro da Aldeia existiam, até ontem, em torno de 12 toneladas de pescado mortos. Já em Arraial do Cabo, Iguaba Grande e Araruama, havia cerca de 7 toneladas de espécies na superfície.
Segundo o secretário estadual do Meio Ambiente, Carlos Minc, existe uma verba de R$ 77 milhões, proveniente das concessionários Pro-Lagos e Águas de Juturnaíba, que pode ser usada para construção da rede de coleta e das estações de tratamento. Porém, afirmou ele, por questões burocráticas o recurso está emperrado na Agência Reguladora de Energia e de Saneamento Básico do Estado do Rio (Agenersa). "Vamos fazer uma reunião para tentar liberar essa verba o mais rápido possível", declarou.


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